
no monograma do lenço
Azul no primeiro nome
Em rosa o mais preferido.
Entrelaçado em flores
e corações flamejantes
o cronograma do lenço
conta uma história de amantes
Aquele lenço de linho
foi esquecido entre tantos
num baú já ressequido...
....................................
Será encontrado um dia
num futuro ainda distante
por uma linda menina...
que será a neta da filha
daquele casal de amantes.
.....................................
E o lenço colorido que traz
monograma em cores,
azul o do cavalheiro,
em rosa o da dama antiga,
tem nome que se eterniza,
pois Rosa será o nome
daquela menina linda
que virá a ser no tempo
a neta de sua filha...
Guaraciaba Perides
Para melhor sentir as dobras do tempo o lindo vídeo de um passado saudoso na valsa de
Ernesto Nazareth
Adoro ver a vida virar história de amor idealizado!
ResponderExcluirBela poesia acompanhada pela maravilhosa valsa de Ernesto Narareth
ResponderExcluirObrigada , António... nas dobras do tempo as valsas nos levam de volta a um passado idealizado.
ExcluirUm abraço
Olá Guaraciaba,
ResponderExcluirLindo o vídeo. Pena que somente vi as imagens, pois não havia som. Deve ser problema de mal contato no som do meu computador.
O poema é lindo e visual, pois me pareceu acompanhar no tempo os desdobramentos nele retratados.
Ótimo final de semana.
Beijo.
Oi, Vera...a música é lindíssima e acrescenta o espírito à imagem...a poesia foi criada a a partir da frase "um bordado colorido".... a partir da qual fui pesquisar monogramas (belíssimos e ainda atuais).
ExcluirUm abraço
Querida amiga, eu vim agradecer a sua doce presença em meu cantinho!
ResponderExcluirObrigada pelo carinho de sua presença e amizade!
Por favor, me perdoe o copia e cola, é que no momento estou muito sem tempo para deixar aquele recadinho especial.
Hoje sou portadora de uma linda noticia.
Eu e meu marido somos avós, Ligia a nossa netinha nasceu ontem ás 6 h.3º da manhã.
Nasceu de 7 para 8 meses, mas com a graça de Deus ela está bem e a minha nora tmaém!
Um maravilhoso fim de semana para você.
Abraço amigo
Maria Alice
Oi, Maria Lúcia...Parabéns a toda família a benção de Deus. Muita saúde e Amor!
ExcluirUm abraço
Eram assim, com delicados bordados à mão os monogramas nos enxovais...Muitas das peças preservadas, passavam às novas gerações, para serem guardadas como relíquias ou serem reutilizadas, se surgissem homônimos...ou nomes com a mesma letra inicial, como o da Rosa futura, que herdaria o lindo lenço bordado.De um lenço, nasce uma bela poesia e, como se não bastasse (risos)...uma bela valsa de Ernesto Nazareth, para voltarmos no tempo...delicioso tempo!
ResponderExcluirMeu abraço, Guaraciaba.
Oi, Lúcia... os lencinhos bordados serviram de tema...quando eu era menina costumava-se presentear com caixas de lenços bordados...daí a poesia, Mas também me serviu para pesquisar sobre monogramas...pensei que não mais existissem e fiquei surpresa com a grande quantidade de belíssimos monogramas para enxovais ainda em uso.Mas todos com direitos autorais, Quando me casei foi na base de lençóis moderninhos, em cores desenhos , bolinhas, coloridos , etc,(rs) , no maximo um bordado inglês (rs). quando muito, um jogo da Ilha da Madeira (acho que feita na China). Visto com olhos do futuro aqueles tempos antigos parecem memoráveis pois as mães começavam a fazer o enxoval da filha já a partir do nascimento.Romântico mas opressivo. Mas as imagens e músicas são lindas...parecem tudo muito delicado,
ResponderExcluirUm abraço
Guaraciaba, romantismo mesmo, foi aquele do passado, tempo bom, dos nomes bordados rs...Era tudo mais bonito.
ResponderExcluirBeijos e bom domingo!
Oi, Shirley...bem romântico mesmo...parte fantasia, mas parte realidade. Mas vida é sempre a vida com todos os seus sentimentos.
ExcluirUm abraço
Oi Guaraciaba,
ResponderExcluirFico imaginando o zelo, na preparação dos enxovais em tempos passados, uma vida inteira bordada, ponto a ponto e nas extremidades, as iniciais dos nomes do casal.Depois mais enxoval para os filhos, que com certeza seriam muitos.
Puro Romance. Minha mãe é uma das pessoas mais conservadoras que conheço. Até hoje guarda muitas peças do seu enxoval, que apesar de terem sido usadas durante anos se encontram em perfeito estado de conservação,além de louças.
É uma delícia passear entre flores, passarinhos e outros riscos
E hoje, como você falou minha neta olha tudo admirada, pra ela é difícil acreditar nesta façanha de total dedicação e até fala.- Não era mais fácil comprar tudo prontinho? Acredito que além de que naquela época, quase tudo o que se encontrava era feito da mesma forma se acaso fosse comprado, mas também ninguém queria perder a satisfação e o gosto de aprender e criar seus próprios trabalhos. A vida era bem diferente. Hoje eu também arrisco no crochê que aliás adoro. Mas é tudo feito como hobby.
Adorei seu poema que resgata estas preciosidades de tempos em que felicidade era escrita com agulha e linha. Sempre muito bom te ler. O vídeo fechou com grande beleza.
Oi, Lourdinha...acho lindo esse mundo antigo e o cuidado que sempre se tinha com os sonhos bordados...mas naturalmente era uma visão romântica de uma sociedade.Eu fui jovem na época da virada(anos 60 e 70) e o mais importante para a mulher era adquirir independência, desejo de liberdade financeira e modos de pensar e agir...esses cuidados domésticos eram vistos com submissão. Mas hoje em dia estou percebendo um movimento contrário, não sei se procede, parece que há uma parcela das meninas que estão se voltando novamente para o feminino no gosto e nos desejos, mas em outro contexto social, mais moderado do que nos anos 70. Vamos ver,, como disse sua neta, hoje há facilidades impensáveis antigamente, mas o sonho de realização afetiva ainda é bem romântico, vestido de noiva, celebrações, etc.
ExcluirUm abraço
Amo valsar Guaraci, e adorei tua poesia do monograma. Continue aparecendo no meu lialendo...Abraço carinhoso.
ResponderExcluirOi, Lia...valsar deve ser muito bom...em qualquer idade dançar deve ser muito bom,Eu, já era do banquinho e violão para cantarem grupo.
Excluirsempre acompanho suas andanças e acho muito legal.
Um abraço
Belíssima poesia!
ResponderExcluirBoa semana.
Beijo.
Nita
Obrigada Nita pela presença e comentário.
ExcluirUm abraço
Voltei e reli essa maravilha.
ResponderExcluirPaz profunda, amiga!